<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930</id><updated>2011-11-27T16:05:15.708-08:00</updated><category term='Coréia do Norte'/><category term='Ásia Oriental'/><category term='Guerra e Paz'/><title type='text'>Animus Dominandi</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>28</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-2216360313255641435</id><published>2011-05-02T18:24:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T18:45:46.670-07:00</updated><title type='text'>Bin Laden is Dead, Terror is not!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-l2g9sFiytUw/Tb9eN6YKa8I/AAAAAAAAAeI/pGpLJjmA2Zw/s1600/obama.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-l2g9sFiytUw/Tb9eN6YKa8I/AAAAAAAAAeI/pGpLJjmA2Zw/s200/obama.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602300054574099394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns comentários sobre a morte de Bin Laden na minha opinião:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O terrorismo não deve decair em seu ávido objetivo de destruir os "infiéis" judaico-cristãos. Podem usar Bin Laden como mártir, ok! Mas além disso, deve haver fragmentação nos grupos inspirados em Bin Laden e na própria Al Qaeda, o que torna mais numerosas as possibilidades de ataque. O ânimo retaliatório não deve ser desconsiderado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Obama ganha capital político assim como Bush ganhou com a resposta militar à Bin Laden em 2001 no Afeganistão. Obama tende a ganhar muitos pontos percentuais em sua atual baixa aprovação popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Bin Laden morreu, mas o Talebã continua ativo. O Afeganistão continua sendo uma chave para a estratégia militar dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. O Paquistão abrigou terroristas no passado, a cooperação governamental não tem sido clara. O Governo paquistanês negava que Bin Laden estivesse lá. A intervenção militar dos EUA parece plenamente justificável, uma vez que não era de se esperar que Bin Laden fosse capturado pelo governo de Islamabad. Creio que os realistas nos EUA se questionam sobre a real utilidade de uma aliança com os paquistaneses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. O valor simbólico da morte de Bin Laden é muito forte. Há uma tendência de diminuição de apoio popular aos extremistas islâmicos. Mesmo antes da morte de Bin Laden, já que a série de revoltas buscando democracia em países árabes já indicava isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-2216360313255641435?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/2216360313255641435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/05/bin-laden-is-dead-terror-is-not.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/2216360313255641435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/2216360313255641435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/05/bin-laden-is-dead-terror-is-not.html' title='Bin Laden is Dead, Terror is not!'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-l2g9sFiytUw/Tb9eN6YKa8I/AAAAAAAAAeI/pGpLJjmA2Zw/s72-c/obama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-3593123167868208791</id><published>2011-04-05T12:00:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T12:16:35.076-07:00</updated><title type='text'>Intervenções Humanitárias?</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.channelstv.com/images/newsImages/cote_d_ivoire_crisis.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 197px;" src="http://www.channelstv.com/images/newsImages/cote_d_ivoire_crisis.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No noticiário internacional presenciamos uma nova crise humanitária que evoluiu para um cenário de Guerra Civil: A Costa do Marfim. Assim como na Líbia, há um ditador há vários anos no poder, Laurente Gbagbo, que luta de forma desproporcional contra seus opositores para se manter no poder desconsiderando totalmente a tragédia nacional representanda por perseguições étnicas e religiosas e total desrespeito aos direitos humanos das minorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização das Nações Unidas (ONU), desde o fim da Guerra Fria, busca interpretar situações de ameaças a paz e segurança internacionais através de um prisma que inclua a proteção de civis contra os abusos de poder dos ditadores e suas armas. É o caso do conceito de “soberania enquanto responsabilidade”, que no âmbito da ONU, significa autorizar intervenções militares quando há claros indícios de perseguições étnicas ou religiosas na forma de crimes de guerra e genocídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados não poderiam mais se esconder sob o tradicional princípio da soberania territorial. Somente garantiriam sua inviolabilidade se respeitassem padrões mínimos de direitos humanos reconhecidos nas Convenções Internacionais da ONU sobre o tema. Contudo, na prática, as intervenções militares de cunho humanitário tem sido lentas, pouco eficazes e tem ocorrido somente em países periféricos e desestruturados, os chamados “Estados Falidos”. As crises humanitárias recentes na Somália, Libéria, Quênia, Zimbábue e Congo não foram resolvidas por uma intervenção liderada pela ONU, isso mostra a ineficácia do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.euronews.net/images_old/10/W300px_cote-d-ivoire-gbagbo-ouattarra-crisis-0101.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 168px;" src="http://pt.euronews.net/images_old/10/W300px_cote-d-ivoire-gbagbo-ouattarra-crisis-0101.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da Líbia, Muamar Kadafi desafiou as potências ocidentais e tornou a intervenção mais fácil. A resolução do Conselho de Segurança só passou após as principais potências perceberem que os rebeldes estavam no limiar da derrota. Mas a situação líbia envolve interesses em recursos de petróleo, proximidade com a Europa e um risco evidente de refugiados para o continente. Tudo isso favorecia uma intervenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estratégia de Kadafi é forçar uma guerra civil nos moldes de uma guerrilha forçando uma intervenção por terra. Isso é exatamente o que europeus e norte-americanos querem evitar, pois desejam a todo custo evitar mortes de seus soldados e ter que justificar tais mortes internamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso da Costa do Marfim, antiga colônia francesa é referencial de um Estado africano que após a independência foi governado por um ditador com discurso nacionalista de união nacional, Félix Houphouët-Boigny. O presidente Boigny transformou a Costa do Marfim em um grande agro-exportador mundial, mas não conseguiu evitar os conflitos étnicos entre cristãos do sul e mulçumanos do norte. Em Estados fragmentados o ditador busca se manter no poder com todos os meios, inclusive violentos, é a tradicional lição de Maquiavel que perdura ainda hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.trinityafer.com/en/images/stories/cote_ivoire464x325.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 314px; height: 220px;" src="http://www.trinityafer.com/en/images/stories/cote_ivoire464x325.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atual presidente, Laurente Gbagbo se recusa em aceitar os resultados das eleições no fim de 2010, que terminaram com a vitória de Alassane Outtara. Os dois lados reuniram tropas leais e iniciaram uma campanha militar que já causou massacres como o da cidade de Douékué onde 800 pessoas foram mortas. Uma multidão de quase 1 milhão de refugiados pode causar mais problemas nos vizinhos igualmente fracos como a Libéria e Burkina Faso. O conflito já passa de três meses e só agora a ONU começa a olhar para o caso, mas basicamente a intervenção atual tem o tímido propósito de evacuar os estrangeiros do país e garantir refúgios aos funcionários da ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política de intervenção humanitária segue condicionada mais a elementos de poder e interesses econômicos, vide o caso da Líbia,  do que propriamente urgência na área de direitos básicos da pessoa humana. Nota-se claramente dois pesos e duas medidas nas diferentes abordagens na Líbia e na Costa do Marfim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-3593123167868208791?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/3593123167868208791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/intervencoes-humanitarias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/3593123167868208791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/3593123167868208791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/intervencoes-humanitarias.html' title='Intervenções Humanitárias?'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-3178044574809890902</id><published>2011-04-01T10:07:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T10:14:01.318-07:00</updated><title type='text'>Ofensiva contra Kadafi</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Wlxp69LEmSc/TWW8OxGa1ZI/AAAAAAAAKIg/YW-yoGCNon0/s400/libya-protests.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 331px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Wlxp69LEmSc/TWW8OxGa1ZI/AAAAAAAAKIg/YW-yoGCNon0/s400/libya-protests.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O noticiário internacional nesta semana privilegiou as ações militares na Líbia em detrimento da visita de Obama ao Brasil. O próprio Obama teve que lidar com a situação e autorizou durante sua estada no país e autorizou os primeiros ataques aéreos contra as forças leais ao Coronel Kadafi. &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A resolução Nº 1973 do Conselho de Segurança da ONU autorizou os países membros a usarem “todos os meios necessários” para garantir a segurança da população civil líbia, leia-se os rebeldes contrários ao regime ditatorial do Cel. Kadafi. Os meios citados na resolução estão ligados a uma “zona de exclusão aérea” determinada na mesma resolução. A justificativa central foi humanitária. Evitar um massacre por parte das tropas lideradas por Kadafi.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Quando o Conselho de Segurança autoriza uma intervenção militar, costuma usar o termo “todos os meios necessários”. Ou seja, são medidas dentro do Cap. VII da Carta da ONU que expõem as alternativas militares para solucionar crises ou contendas de natureza grave. Essas medidas só são tomadas quando as soluções anteriores dentro do Cap. VI não surtiram efeito, isto em, as medidas não militares como o embargo econômico, a interrupção das relações diplomáticas e o congelamento dos ativos financeiros no exterior dos envolvidos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.migrantelatino.com/wp-content/uploads/2011/03/mapa_libia_otan.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 338px; height: 209px;" src="http://www.migrantelatino.com/wp-content/uploads/2011/03/mapa_libia_otan.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Todas as medidas não-militares foram tomadas e Kadafi ignorou solenemente a todas. Na verdade, as forças leais ao ditador estavam prestes a retomar o controle das principais cidades do país ainda sob controle rebelde. A resolução, contudo, mostra algumas divergências internacionais. A Liga Árabe, por exemplo, abandonou Kadafi a própria sorte e apoiou a zona de exclusão aérea. No entendo, a Liga criticou os ataques aéreos à Líbia, pois reivindicava apenas a interrupção dos vôos da força aérea líbia.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Outro ponto nebuloso é sobre o comando da operação militar. A resolução exorta os membros a agirem nacionalmente ou através de organizações regionais. A frança atacou no mesmo dia em que a resolução saiu e, logo depois, os EUA assumiram a responsabilidade pelas operações. Agora, já apontam para ceder o comando para a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), uma organização regional, mas também sob domínio dos norte-americanos. A tentativa é a de conceder mais legitimidade a intervenção militar. China, Rússia e Brasil abstiveram-se na votação da resolução. O que indica uma estratégia de neutralidade. Em outras palavras, deixar o fardo de ter a imagem deteriorada entre os árabes todo sobre os EUA, França e Reino Unido.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Kadafi não tem condições de deter a coalizão ocidental, mas pode usar a estratégia dos fracos na forma de guerrilhas urbanas e milícias. O maior problema para a coalizão ocidental seria ter que invadir o país por terra e se envolver em conflitos tribais no interior do país. Em um momento de baixo desempenho econômico nos EUA e na Europa e com duas guerras em andamento, Iraque e Afeganistão, é improvável que os norte-americanos e europeus desejem essa hipótese.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-3178044574809890902?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/3178044574809890902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/ofensiva-contra-kadafi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/3178044574809890902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/3178044574809890902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/ofensiva-contra-kadafi.html' title='Ofensiva contra Kadafi'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Wlxp69LEmSc/TWW8OxGa1ZI/AAAAAAAAKIg/YW-yoGCNon0/s72-c/libya-protests.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-8436797273440976998</id><published>2011-04-01T10:04:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T10:06:54.046-07:00</updated><title type='text'>A Guerra na Líbia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.sowetanlive.co.za/incoming/article697581.ece/RESIZED/Small/rebels-libya.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 290px; height: 193px;" src="http://www.sowetanlive.co.za/incoming/article697581.ece/RESIZED/Small/rebels-libya.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A situação na Líbia toma contornos de guerra civil. A fragmentação do país em várias tribos com divergências étnicas e políticas torna, sem dúvida, a resolução do conflito mais difícil. A comunidade internacional também se questiona sobre a legitimidade de uma possível intervenção militar na Líbia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Líbia, apesar de produzir apenas 1% do petróleo mundial, é importante fornecedora desse recurso a países europeus como a Itália e a França e o barril de petróleo fechou a última semana cotado a US$ 116,00. Essa foi a primeira conseqüência da guerra civil que se instalou no território líbio entre o presidente Kadafi e seus opositores. As cidades produtoras como Benghazi estão sob controle dos opositores de Kadafi.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Nos últimos dias Kadafi reagiu utilizando todos seus recursos disponíveis. É fato que o presidente líbio tem contratado mercenários para combater os rebeldes opositores do regime. Estima-se que Kadafi gaste mil dólares por dia com cada mercenário contratado. E, apesar de ter seus bens internacionais congelados, também é notório que o líder líbio detém reservas em torno de 10 bilhões em instituições governamentais líbias segundo as revistas The Economist e Foreign Policy. Esse dinheiro tem financiado a luta contra os rebeldes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em contrapartida, os EUA tentam ajudar os rebeldes de forma oculta. Através do fornecimento de armas leves como fuzis e munição antiaérea. Kadafi conseguiu algumas vitórias em cidades como Bin Jawwad e Ras Lanuf e foi derrotado em Brega e continua sem o controle de Benghazi. No campo diplomático o governo central líbio continua perdendo apoio com várias deserções de diplomatas. O presidente francês, Nicolas Sarkozi, reconheceu a legitimidade do movimento popular contra Kadafi e anunciou o translado da embaixada francesa de Trípoli para Benghazi.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A ONU segue inerte, pois o Conselho de Segurança, nas representações de China e Rússia, até agora não apontaram para um apoio a uma zona de exclusão aérea no território líbio, tampouco uma intervenção militar. Em situações como as guerras na Ex-Iugoslávia foi preciso haver genocídio para a ONU autorizar uma intervenção. Ainda assim, ineficaz. Foi preciso uma intervenção militar da OTAN, liderada pelos EUA, para interromper o massacre e instaurar um cessar-fogo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Intervenções militares são sempre custosas e depois de experiências desastrosas como na Somália em 1992, o governo norte-americano é bastante cauteloso em apoiar ações desse tipo. O privilégio da soberania dos estados pode ser limitado caso o governo central cometa atrocidades contra seus próprios cidadãos. (crimes de guerra, genocídio e limpeza étnica) Mas a interpretação sobre esses fatos é muito mais política do que jurídica na esfera internacional.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;No momento, os países da União Européia e os EUA devem aumentar as sanções econômicas e o embargo de armas ao regime de Kadafi. Trata-se de uma alternativa não-militar de enfraquecimento de um regime autoritário e amplamente reconhecida como legal dentro da carta da ONU.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-8436797273440976998?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/8436797273440976998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/guerra-na-libia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/8436797273440976998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/8436797273440976998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/guerra-na-libia.html' title='A Guerra na Líbia'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-2233262147335000779</id><published>2011-04-01T09:58:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T10:04:28.882-07:00</updated><title type='text'>A Líbia e a Democracia</title><content type='html'>&lt;a href="http://img.interia.pl/wiadomosci/nimg/e/e/Berlusconi_Kadafi_sobie_3176686.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 440px; height: 304px;" src="http://img.interia.pl/wiadomosci/nimg/e/e/Berlusconi_Kadafi_sobie_3176686.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A onda de revoltas pró-democracia no mundo árabe tem um teste chave na Líbia. Será, sem dúvida, sua última fronteira por duas razões principais: a importância estratégica e econômica do estado líbio e a possibilidade de depor um dos mais longevos e tiranos ditadores da atualidade. Muhamar Kadafi, que está no poder desde 1969.&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os sucessos dos levantes na Tunísia e no Egito transbordaram para toda a região árabe do norte da África conhecida como Magreb. Kadafi lutou contra o colonialismo italiano e derrubou com o apoio das forças armadas a antiga monarquia líbia. Foi um dos líderes do movimento terceiro-mundista e apoiou grupos terroristas como o Setembro Negro, que promoveu o ataque contra a delegação israelense nas Olimpíadas de Munique em 1972. Além disso, abrigou terroristas que explodiram um avião comercial na Escócia em 1988.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os sucessos dos levantes na Tunísia e no Egito transbordaram para toda a região árabe do norte da África conhecida como Magreb. Kadafi lutou contra o colonialismo italiano e derrubou com o apoio das forças armadas a antiga monarquia líbia. Foi um dos líderes do movimento terceiro-mundista e apoiou grupos terroristas como o Setembro Negro, que promoveu o ataque contra a delegação israelense nas Olimpíadas de Munique em 1972. Além disso, abrigou terroristas que explodiram um avião comercial na Escócia em 1988.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por conta de suas atitudes provocativas, foi bombardeado literalmente pelos EUA em 1986 e depois do 11 de Setembro buscou uma reaproximação com os norte-americanos e europeus estimulando acordos na área dos hidrocarbonetos em troca de apoio político. Afinal, ditaduras se mantêm no poder através de algum tipo de reconhecimento internacional e, principalmente, através da repressão aos opositores.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Se Kadafi cair, nenhum outro líder repressor árabe estará seguro, uma vez que a repressão do regime na Líbia tem sido duríssima. O governo usou inclusive a força aérea para bombardear os manifestantes. A ONU pediu, por meio do Conselho de Segurança, uma investigação para verificar se o governo de Kadafi cometeu crime de Genocídio ao reprimir os protestos. A linha de frente da luta é a capital Trípoli, mas os protestos começaram na cidade de Benghazi, próxima ao Egito, onde a oposição já tem o controle político.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A retórica demagoga de Kadafi já não encontra suporte nos últimos acontecimentos. A economia vai mal com a produção de petróleo caindo. A Líbia é um estado dependente desse recurso e a maior parte da produção é feita por empresas estrangeiras que retiraram boa parte de seus funcionários do país. Deserções de militares aumentaram desde o início dos protestos e o embaixador líbio nos EUA, além de outros diplomatas também deixaram de apoiar o regime ditatorial.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Líbia de Kadafi é um “petro-estado”, corrupto e próximo ao que se costuma chamar de “Estado Bandido” por apoiar grupos terroristas. Há mais de quarenta anos no poder, Kadafi agora está seriamente ameaçado pela população Líbia que busca ter um Estado de verdade e pelos governos e organizações internacionais. A queda de Kadafi significará o início do sucesso da democracia no restante do mundo árabe. Será o último “peão” a cair dos ditadores árabes que depuseram as monarquias nos anos 1950 e 1960. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Líbia só tem a ganhar com um regime pós-Kadafi, pois seria mais humano e seria mais bem visto pela comunidade internacional. Com uma Líbia sem o regime tirano de Kadafi, as portas estão abertas para um movimento democrático internacional árabe e os ditadores não estarão mais tão seguros no poder. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-2233262147335000779?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/2233262147335000779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/libia-e-democracia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/2233262147335000779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/2233262147335000779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/libia-e-democracia.html' title='A Líbia e a Democracia'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-3251098654619056171</id><published>2011-04-01T09:54:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T09:58:45.505-07:00</updated><title type='text'>O Japão Inabalável</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.diariodocentrodomundo.com.br/wp-content/uploads/2011/03/tsunami-japan-300x138.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 138px;" src="http://www.diariodocentrodomundo.com.br/wp-content/uploads/2011/03/tsunami-japan-300x138.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O terremoto seguido por um tsunami que devastou a costa nordeste do Japão não é bem uma novidade para um país acostumado com tragédias. A situação mais grave é a de Fukushima, a &lt;st1:metricconverter productid="250 km" st="on"&gt;250 km&lt;/st1:metricconverter&gt; de Tóquio, onde houve uma explosão na usina nuclear da cidade com vazamento radioativo. Cidades como Rikuzentakada e Minamisanriku têm mais da metade da população desaparecida, o que certamente elevará o número de mortos aos milhares.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas ainda assim, o povo japonês sabe que essa é uma dentre as várias tragédias experimentadas ao longo de sua história. O país é o mais bem preparado do mundo em equipes de salvamento e resgate de feridos em tragédias naturais e possui tecnologia de ponta para prever, monitoras e lidar com terremotos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O que também ajuda a explicar o preparo japonês é a característica peculiar da geografia nipônica. A costa leste do país situa-se sobre uma falha geológica que divide duas placas tectônicas, a continental asiática e a do pacífico. Em outras palavras, é uma região propícia para abalos sísmicos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;No setor econômico as conseqüências do terremoto seguido por um tsunami parecem ser mais sérias. Os últimos levantamentos estatísticos feitos pelo governo japonês apontam gastos de U$30 bilhões. O Produto Interno Bruto nipônico deve cair de &lt;st1:metricconverter productid="1 a" st="on"&gt;1 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 2% este ano. A região mais devastada pela catástrofe natural não é fortemente industrial, mas com o setor energético do país, ainda dependente de energia nuclear, a indústria acabou sendo severamente afetada com as explosões na Usina Nuclear em Fukushima.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A estratégia do governo para reagir a essa crise é injetar dinheiro público para estimular a economia de modo geral, basicamente o consumo e empréstimos às empresas para reconstrução dos seus negócios. O governo deverá fazer a maior aplicação financeira de sua história, algo em torno de 183 bilhões de dólares. As empresas, de fato, precisarão de ajuda, firmas do setor automotivo como a Toyota e Honda e do setor tecnológico como a Sony e Toshiba já anunciaram perdas com as paralisações ocasionadas pelos terremotos. O setor de transportes também padece com vários danos estruturais em rodovias e ferrovias.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O fator agravante no caso japonês é o fato do país, antes do tsunami, já estar passando por uma crise econômica de baixo consumo interno e deflação, um verdadeiro cenário de recessão. As vidas perdidas e o perigo de contaminação da água são problemas com pesadas repercussões econômicas e, certamente, levará tempo até que os setores econômicos se reorganizem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O yen, a moeda japonesa, tende a se valorizar em relação ao dólar, uma vez que em uma situação peculiar de crise, os investidores nacionais devem trazer suas reservas do exterior para melhorar suas situações financeiras e também para investir no esforço de reconstrução do país. As firmas de construção civil obtiveram valorização próxima a 40% na última semana. Esse retorno do fluxo de yens no país deve aumentar a demanda pela moeda incentivando, portanto, sua valorização.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Do ponto de vista da economia internacional. Alguns países como os EUA e a China podem sentir os efeitos provenientes das reduções das importações japonesas. No caso norte-americano ainda há o fato do Japão reduzir as comprar de títulos do tesouro do país. Isso pode causar pressão sobre a taxa de juros nos EUA.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A oportunidade gerada em situações de crises como a que passa o Japão é algo que os próprios japoneses já experimentaram na história. Parece estranho e nefasto dizer isto, mas na economia, as crises geram oportunidades. No caso japonês o estímulo será o gigantesco investimento governamental necessário a reconstrução da região nordeste do país.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Qual é o efeito de uma tragédia de grandes proporções sobre a psicologia social de uma nação? O caso japonês também é diverso. Uma grande potência é reconhecida por seus elementos de poder nacional como sua riqueza natural, sua economia, suas capacidades militares, mas também por características intangíveis como o moral e o caráter nacionais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A antropóloga norte-americana Ruth Benedict estudou por muito tempo a cultura e sociedade japonesa a serviço do governo dos EUA, que buscava conhecer melhor seu inimigo durante a Segunda Guerra. Ela concluiu que os japoneses têm uma ética própria, diferente da ocidental, uma “ética de escolhas”. Ou seja, se esse caminho deu errado, nos preparamos e aceitamos outro. Foi o que ocorreu com o Japão ao fim da Segunda Guerra em 1945.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Após uma era militarista o Império do Japão se rendeu com 90% do país totalmente destruído. O país inteiro queimou com as bombas incendiárias lançadas pelos bombardeios norte-americanos em uma das guerras mais cruéis da história, a infra-estrutura japonesa foi reduzida a zero. Isso tudo foi antes das bombas nucleares serem lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O Japão ressurge, escolhe outro caminho, tem um espírito nacional coeso, uma força disciplinar indelével. Apenas vinte anos depois de o país estar totalmente destruído pela guerra, já havia se reconstruído com um novo projeto de Nação chamado de “potência civil-econômica” e já era a segunda maior economia do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O terremoto na cidade de Kobe em 1995 matou mais de 4 mil pessoas em apenas 20 segundos. Depois disso o governo japonês investiu pesado na tecnologia para predição de desastres e em uma engenharia adaptada a um terreno instável. Hoje, são líderes em ambas as áreas. O Japão ressurge. Não só pelo investimento em pesquisa de prevenção de desastres, mas principalmente pelo caráter nacional de seu povo, que permanece sendo uma lição para o Ocidente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-3251098654619056171?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/3251098654619056171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/onda-de-revoltas-pro-democracia-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/3251098654619056171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/3251098654619056171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/onda-de-revoltas-pro-democracia-no.html' title='O Japão Inabalável'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-5187480956868238792</id><published>2011-04-01T09:47:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T09:54:13.076-07:00</updated><title type='text'>O Discurso de Obama</title><content type='html'>&lt;a href="http://bossip.files.wordpress.com/2011/01/obama-state-of-the-union.jpg?w=460&amp;amp;h=296" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 460px; height: 296px;" src="http://bossip.files.wordpress.com/2011/01/obama-state-of-the-union.jpg?w=460&amp;amp;h=296" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A tradição norte-americana do State of the Union Address (Discurso sobre o Estado da União) é um exemplo de uma democracia madura que segue o padrão da prestação de contas aos cidadãos que elegeram o presidente não para ser seu líder, mas para ser seu servidor. Na prática, contudo, o discurso não é tão eficaz, principalmente em tempos de recessão econômica onde as medidas práticas são mais esperadas pela população do que palavras.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os desafios dos EUA em uma nova era são grandes. A começar pela ascensão de novas potências econômicas como a China e a Índia. O desemprego caiu nos EUA esse ano, mas ainda permanece sendo um dos maiores problemas do país. O déficit fiscal deve chegar aos 10% esse ano. Obama recordou que os EUA precisam se adaptar a uma nova era onde os empregos viajam através das fronteiras em busca de regiões com leis trabalhistas mais flexíveis, onde a mão-de-obra é mais barata.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Nas palavras de Obama:&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;“&lt;span class="apple-style-span"&gt;O que está em jogo não é quem vence as próximas eleições. Está em jogo se novos empregos e indústrias irão se estabelecer neste país ou em outro lugar.” Essa preocupação reflete a perda relativa dos EUA frente aos demais países emergentes nas áreas de inovação tecnológica, educação, infra-estrutura e energias limpas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;As projeções do Fundo Monetário Internacional indicam que os EUA estão saindo da recessão econômica, mas o problema dos gastos públicos ainda é forte. Obama disse que o governo ainda gasta mais do que arrecada e pretende congelar os gastos domésticos para reduzir U$400 bilhões na próxima década.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Outros temas insólitos que prejudicam a cooperação entre as duas maiores forças políticas nos EUA, republicanos e democratas, foram tratados no discurso. Imigração e Reforma da lei da saúde permanecem sendo pontos de atrito entre o executivo democrata e a maioria republicana no congresso. Com a vitória dos republicanos nas eleições legislativas, o discurso de Obama enfocou no clamor popular pela “União Nacional” em torno da cooperação política e o fim das tensões. Para tanto, Obama recordou do atentado sofrido pela deputada democrata Gabrielle Goffords no Arizona. Há indícios que o assassino era ligado a um movimento radical conservados do partido republicano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;O ponto fraco, sem dúvida, foi a política externa. Não ficou claro como a retirada das tropas do Iraque e Afeganistão se alinharão com a intensificação do combate ao terrorismo internacional nas palavras de Obama. O mundo Árabe, em especial a região do norte da África começa a lutar pela democracia contra regimes ditatoriais. Obama não disse nada a respeito, talvez porque algumas dessas ditaduras, como o Egito, sejam suas aliadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Por fim, Obama buscou levantar o moral da população ao dizer que os EUA são o exemplo mais bem sucedido de nação democrática do século XX, mas o momento não inspira um surto de apoio popular, tampouco as palavras do discurso permanecem fortes no dia posterior. A percepção de decadência parece ter sido o tom latente no discurso à Nação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-5187480956868238792?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/5187480956868238792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/o-discurso-de-obama.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/5187480956868238792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/5187480956868238792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/o-discurso-de-obama.html' title='O Discurso de Obama'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-5734728587595154808</id><published>2011-04-01T09:45:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T09:47:08.237-07:00</updated><title type='text'>Crise em Honduras e o papel do Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_dwP68jG-EbI/Sr-BSimuU4I/AAAAAAAAAPs/w4q5POgbb2Q/s320/Lula.Zelaya.Chave.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 294px; height: 290px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_dwP68jG-EbI/Sr-BSimuU4I/AAAAAAAAAPs/w4q5POgbb2Q/s320/Lula.Zelaya.Chave.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A atual crise em Honduras toma proporções perigosas. O retorno do presidente deposto Manuel Zelaya ao país por vias, no mínimo, estranhas, terminou com sua recepção na Embaixada do Brasil &lt;st1:personname productid="em Tegucigalpa. A" st="on"&gt;em Tegucigalpa. A&lt;/st1:personname&gt; situação é constrangedora para o Brasil, um país com tradição diplomática de não-intervenção nos assuntos internos das demais nações. Alguns pontos podem ser ressaltados no caso da crise de Honduras.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em primeiro lugar, o golpe contra Manuel Zelaya do poder marca o ressurgimento de um fato corriqueiro durante o período da Guerra Fria onde os embates ideológicos entre EUA e URSS tomavam forma na América Central. A democracia nessa região é instável e o atual golpe representa também um retorno ao padrão de disputa ideológica. Contudo, dessa vez nota-se que de um lado há o presidente Zelaya apoiado por um projeto “bolivariano” de Hugo Chávez e o governo golpista contrário a essa interferência externa e a consulta pública para propor uma nova constituição patrocinada por Zelaya. O fato irritante nessa situação é que Chávez já confessou seu envolvimento no retorno de Zelaya ao país, pois o avião que o levou de volta era venezuelano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em segundo lugar, há o perigo do atual impasse causar uma guerra civil. Zelaya não tem forte apoio popular e isso torna seu retorno ao poder improvável. Diferente, por exemplo, do apoio popular que Hugo Chávez detinha na Venezuela na ocasião do golpe contra seu governo em 2002. O papel dos EUA nesse impasse é outro fato novo. O padrão tradicional de ingerência nos assuntos domésticos dos países centro-americanos, tão comum durante a disputa por zonas de influência na Guerra Fria, deu lugar a uma postura de mediação proposta pelo presidente Obama.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por fim, há o envolvimento brasileiro na situação. De acordo com a Convenção sobre Asilo Diplomático de Caracas, o Estado asilante deve definir o status do asilado para que então o Estado territorial, no caso Honduras, exija a sua retirada. O problema é que o Brasil recebeu Zelaya sem um status definido. E como conceder o status de asilado político a Zelaya se o Brasil o considera o presidente legítimo de Honduras? O fato principal nessa questão é que os interesses nacionais do Brasil no caso dessa crise foram sobrevalorizados e o Brasil passou a ser criticado por seu envolvimento, inclusive pela delegação norte-americana na OEA. O Brasil também se afasta de legalidade do direito internacional ao permitir que Zelaya use a Embaixada brasileira como púlpito para comícios políticos, algo proibido e deplorável que incita a violência no país. Sem dúvida, é o ponto mais baixo da diplomacia brasileira nos últimos anos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Espera-se, contudo, que a democracia seja mantida &lt;st1:personname productid="em Honduras. Mas" st="on"&gt;em  Honduras. Mas&lt;/st1:personname&gt; não com a ingerência por meios escusos como foi o caso da permissão brasileira dada a Zelaya para abrigar-se &lt;st1:personname productid="em sua Embaixada. A" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em sua Embaixada." st="on"&gt;em sua Embaixada.&lt;/st1:personname&gt; A&lt;/st1:personname&gt; maior tendência é aguardar um maior envolvimento da OEA como ator mediador para trazer oposicionistas e os partidários de Zelaya para a negociação. A OEA tem maior legitimidade e pode arregimentar maior apoio para uma solução pacífica.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-5734728587595154808?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/5734728587595154808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/crise-em-honduras-e-o-papel-do-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/5734728587595154808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/5734728587595154808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/crise-em-honduras-e-o-papel-do-brasil.html' title='Crise em Honduras e o papel do Brasil'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_dwP68jG-EbI/Sr-BSimuU4I/AAAAAAAAAPs/w4q5POgbb2Q/s72-c/Lula.Zelaya.Chave.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-931557816365786230</id><published>2011-04-01T09:29:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T09:44:52.822-07:00</updated><title type='text'>A Parceria Estratégica Brasil-França</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PZiz3prLVvw/TZYA9hWhufI/AAAAAAAAAd0/zvQ45v1q-Qk/s1600/Dassault-rafale-.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-PZiz3prLVvw/TZYA9hWhufI/AAAAAAAAAd0/zvQ45v1q-Qk/s200/Dassault-rafale-.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590657044351924722" /&gt;&lt;/a&gt;A recente cooperação entre os governos brasileiro e francês representa uma enorme iniciativa de parceria estratégica na área de defesa com objetivos ambiciosos. Uma declaração conjunta foi lançada por ocasião da visita oficial do mandatário francês ao Brasil exaltando a parceria e consolidando os acordos. Os valores superam os R$ 20 bilhões e, por conta dos valores impressionantes, a parceria estratégica foi alvo de críticas. Os franceses se mostraram solícitos à cooperação, pois identificam no Brasil um parceiro essencial para o provimento de recursos naturais importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco brasileiro é, sem dúvida, a área de defesa. Há décadas as forças armadas brasileiras vem passando por um desmonte e os investimentos tem sido meramente reativos, ou seja, para manutenção de equipamentos. Dos recursos destinados à defesa a maior parte vai para o pagamento dos efetivos. Percebe-se, portanto, que há uma incoerência entre a posição hegemônica do Brasil na América Latina e os investimentos na área de defesa.&lt;br /&gt;A busca de um novo modelo de cooperação com os franceses é uma tentativa de minorar tais discrepâncias e assimetrias na área da tecnologia de defesa. O ambiente regional é entendido pelos militares brasileiros como “instável” e basta recordar alguns fenômenos políticos recentes na América Latina para entender tais preocupações: as comprar militares de Hugo Chaves e sua concepção militarista em relação aos sistemas políticos contrários a sua ideologia; a instabilidade gerada pelas guerrilhas colombianas, em especial as FARC; o narcotráfico e a porosidade das fronteiras e, por fim, a necessidade de dissuadir ameaças no oceano atlântico para defender as riquezas brasileiras em nossa Zona Econômica Exclusiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parceria com os franceses é adequada e promissora porque pula etapas de inovação tecnológica que durariam, no mínimo, mais uma década no Brasil. Como por exemplo, é o caso do submarino nuclear. Os franceses, diferente dos norte-americanos, vão transferir tecnologia para o casco do submarino e construir junto com os brasileiros um dos submarinos convencionais aqui (modelo Scorpéne). Trata-se de aquisição de know-how fundamental para um país manter-se em posição de hegemonia regional. O projeto FX da Força Aérea, com a parceria, finalmente deve chegar ao fim e o Brasil dominará os ares da América Latina com caças de superioridade aérea (modelo Rafale). O fundamental nesses projetos de tecnologia de defesa é demonstrar às potenciais forças hostis a inutilidade de tentar atacar o Brasil, pois receberiam uma retaliação garantida e eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a declaração conjunta recorda o uso dual da tecnologia militar e o maior intercâmbio entre Brasil e França nas áreas cultural e comercial. Com a implantação do acordo o Brasil terá benefícios tecnológicos gigantescos, além de se tornar uma potência naval respeitável capaz de dissuadir ameaças com sua força de submarinos. Nenhuma grande potência adquiriu tal status na história humana sem construir um poderio militar a altura de suas conquistas enquanto nação. O Brasil, finalmente, parece acordar para tal realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-931557816365786230?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/931557816365786230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/parceria-estrategica-brasil-franca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/931557816365786230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/931557816365786230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/parceria-estrategica-brasil-franca.html' title='A Parceria Estratégica Brasil-França'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PZiz3prLVvw/TZYA9hWhufI/AAAAAAAAAd0/zvQ45v1q-Qk/s72-c/Dassault-rafale-.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-84240171217895382</id><published>2011-04-01T09:24:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T09:29:23.537-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Oriental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guerra e Paz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Coréia do Norte'/><title type='text'>A Tensão entre as Coréias</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://images.tdaxp.com/tdaxp_upload/north_korean_army_babes_md.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 380px; height: 368px;" src="http://images.tdaxp.com/tdaxp_upload/north_korean_army_babes_md.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atual situação envolvendo as duas Coréias é um resquício da Guerra Fria. Nessa semana um incidente envolvendo tiros de artilharia por parte dos norte-coreanos que atingiram a ilha sul-coreana de Yeonpyeongdo situada na extensão marítima da zona desmilitarizada que divide as duas Coréias desde a Guerra envolvendo as duas nações entre 1950 e 1953. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não se trata de uma novidade. Incidentes na zona militarizada do paralelo 38° são corriqueiros e tornam a fronteira entre as duas Coréias um dos locais mais perigosos do mundo. A tensão atual ocorre justamente no momento em que os dois lados negociavam troca de oficiais da Cruz vermelha e visitas de parentes separados desde a década de 1950. O maior perigo, como ressaltou a cientista política Ellian Uchiyama, é uma “escalada de um conflito localizado para uma guerra de larga escala com uso de armas nucleares”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto crucial dessa tensão é a instabilidade regional. A Ásia Oriental é uma região de balança de poder precária com interesses de grandes potências como os EUA, China, Rússia e Japão diretamente relacionados. O regime norte-coreano é peculiar e segue uma ideologia comunista baseada na auto-suficiência. É extremamente fechado e ofensivo em relação a tudo que é estrangeiro. O chefe-de-Estado, Kim Jong-Il, discursa de forma agressiva contra os EUA, Japão e Coréia do Sul. Desde o início dos anos noventa que os norte-coreanos desenvolvem mísseis e enriquecimento de urânio para suprir sua defesa, asseverada por uma percepção alta de vulnerabilidade.&lt;br /&gt;Raramente os norte-coreanos cumpriram os acordos internacionais que assinaram. Violaram constantemente as diretrizes da Agência Internacional de Energia Atômica, expulsando seus inspetores. Enganaram o governo Clinton usando o dinheiro de ajuda humanitária para investir em armamentos e concluíram seu artefato nuclear a revelia das pressões internacionais via ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.welt.de/multimedia/archive/00821/eng_korea_gbt_BM_Ba_821627p.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 483px; height: 322px;" src="http://www.welt.de/multimedia/archive/00821/eng_korea_gbt_BM_Ba_821627p.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo de George Bush incluiu a Coréia do Norte no “eixo do mal” e isso piorou a situação, pois Pyongyang recrudesceu em suas medidas militares agressivas em relação ao sul. As negociações tentando tornar a Coréia do Norte um país mais pacífico envolvem o chamado “Six Talks Group” Um grupo de seis países além da Coréia do Norte formado por EUA, Japão, China, Rússia e Coréia do Sul que busca investir em energia em substituição do programa nuclear norte-coreano. Não vem obtendo bons resultados. &lt;br /&gt;Em suma, A situação entre as duas Coréia é de difícil resolução porque tecnicamente os dois lados ainda estão em guerra. No fim da Guerra da Coréia em 1953 foi assinado um armistício (cessar-fogo) e não um acordo de paz. A China poderia desempenhar um papel fulcral na resolução do conflito, mas tem receio que um acordo de paz possa reunificar as duas Coréias tornando o novo país vizinho forte demais e aliado dos EUA e Japão, algo perigoso em termos geopolíticos para os chineses que desejam manter a proeminência na região. As duas Coréias nunca estiveram em paz desde a década de 1950 e não há prospecto positivo para melhoras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-84240171217895382?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/84240171217895382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/tensao-entre-as-coreias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/84240171217895382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/84240171217895382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2011/04/tensao-entre-as-coreias.html' title='A Tensão entre as Coréias'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-6140345305048512123</id><published>2010-02-19T08:17:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T08:18:06.153-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Prezados, escrevo agora no www.politicaglobal.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abraços.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-6140345305048512123?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/6140345305048512123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2010/02/prezados-escrevo-agora-no-www.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/6140345305048512123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/6140345305048512123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2010/02/prezados-escrevo-agora-no-www.html' title=''/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-660552995670173411</id><published>2009-12-14T10:27:00.000-08:00</published><updated>2009-12-15T09:47:23.118-08:00</updated><title type='text'>COP-15 Aquecimento Global como High Politics</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SyaMfupsglI/AAAAAAAAAGE/9To9WzNbweQ/s1600-h/ClimateProtest.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 392px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SyaMfupsglI/AAAAAAAAAGE/9To9WzNbweQ/s400/ClimateProtest.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415170078686347858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas correntes teóricas tradicionais e dominantes no campo das Relações Internacionais temas sub-estatais ou transnacionais só interessavam quando eram ligados diretamente a um tema de segurança. A tradicional diferença entre "política alta" (temas militares relacionados ao poder material do Estado) e "política baixa" (todo o resto. Essa situação começou a mudar na década de 1970 com a ascensão de novos atores e novas agendas na política internacional. Por ex. A crise do petróleo em 1973 e 1979, a OPEP e seu poder em estrangular grandes potências com o domínio de um recurso natural e o meio ambiente surgindo como uma preocupação real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os temas debatidos na 15ª Conferência das Partes em Copenhague (COP-15) são definitivamente High Politics, pois a manipulação humana do meio ambiente comprovada por centenas de artigos científicos (viram o verdade inconveniente certo?) tem causado movimentações popúlacionais pelo aumento dos níveis dos oceanos em alguns locais, avanço da desertificação, inundações, mais tufões, sem falar na escassez de recursos hídricos que representa um dos mais sérios temas de segurança internacional da atualidade. O Oriente Médio já vive conflitos político-militares envolvendo esse tema. Turquia, Jordânia, Síria, Israel, Iraque e Arábia Saudita certamente consideram a segurança ambiental como uma potencial ameaça a sua existência enquanto nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SyaFP-CX2RI/AAAAAAAAAF0/_mvgtFtBsbA/s1600-h/global-warming.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SyaFP-CX2RI/AAAAAAAAAF0/_mvgtFtBsbA/s400/global-warming.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415162111357081874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desafios e impasses na COP-15 de Copenhagen envolvem temas como a divisão de recursos que cada país deve arcar para um novo "fundo para reduzir o aquecimento global". Outros temas importantes são os percentuais de redução. UE, EUA, China e os demais países emergentes propuseram números diferentes. De 17% dos EUA até 30% da UE. O problema é que alguns são percentuais relativos a 1990, como o Protocolo de Quito, antecessor da COP-15 que vai expirar em 2012. O ideal da COP-15 é reduzir as emissões de CO² em um determinado percentual em relação aos níveis de 2005. Ainda que se reduzam em 40% as emissões, alguns cientistas argumentam que a temperatura da terra vai aumentar em uma média de 3 ou 4 graus C e que os oceanos se elevarão em alguns centímetros (2 a 4). Reduzir, portanto, 20% de emissões de CO² relativos a 1990 significa reduzir, de fato, muito menos em relação aos níveis atuais. O fato é que esses fenômenos já ocorrem, a Ilha de Tuvalu no Pacífico deve deixar de existir por conta do aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SyaGulXMMSI/AAAAAAAAAF8/7UurCO9g0DY/s1600-h/sealevel_jason_topex.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 261px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SyaGulXMMSI/AAAAAAAAAF8/7UurCO9g0DY/s400/sealevel_jason_topex.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415163736821084450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China tem um papel importante na COP-15 pois baseia seu crescimento econômico vertiginoso em queima de carvão basicamente, um dos maiores geradores de emissões de CO². Isso remonta a velha discussão entre crescimento econômico e proteção do meio ambiente. Mas a COP-15 desponta como a grande superação dessa crença equivocada de que proteger o meio ambiente limita o crescimento econômico de uma nação. O desenvolvimento sustentável é muito mais aceito hoje como visão adequada e adaptada a uma realidade de escassez de recursos e aquecimento global. Países com idéias inovadoras nessas áreas como o Brasil em seu programa de biodísel e o etanol tem a oportunidade de ganhar uma vantagem estratégica nesse novo modelo de desenvolvimento.&lt;br /&gt;O grande problema, contudo, é que esse tam é eminentemente transfronteiriço, não há solução sem um acordo global amplo com metas definidas de redução, mecanismos de monitoramento eficientes e regras de punição. Eis a dificuldade de cooperação internacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-660552995670173411?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/660552995670173411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/12/cop-15-aquecimento-global-como-high.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/660552995670173411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/660552995670173411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/12/cop-15-aquecimento-global-como-high.html' title='COP-15 Aquecimento Global como High Politics'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SyaMfupsglI/AAAAAAAAAGE/9To9WzNbweQ/s72-c/ClimateProtest.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-4954480068856271150</id><published>2009-11-16T15:32:00.001-08:00</published><updated>2009-11-16T15:32:51.709-08:00</updated><title type='text'>PARA ONDE VAMOS?</title><content type='html'>artigo de Fernando Henrique Cardoso no Estadão do dia 1º de novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases&lt;br /&gt;presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez&lt;br /&gt;levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde&lt;br /&gt;vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo&lt;br /&gt;inebriados com “o maior espetáculo da Terra”, de riqueza fácil que&lt;br /&gt;beneficia poucos, que tenho dúvidas. Parece mais confortável fazer de&lt;br /&gt;conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o&lt;br /&gt;discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons&lt;br /&gt;costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade&lt;br /&gt;ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima&lt;br /&gt;melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos&lt;br /&gt;desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até&lt;br /&gt;desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta&lt;br /&gt;loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso&lt;br /&gt;príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que&lt;br /&gt;o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o&lt;br /&gt;País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo&lt;br /&gt;de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e&lt;br /&gt;sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”.&lt;br /&gt;Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma&lt;br /&gt;mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada?&lt;br /&gt;Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira&lt;br /&gt;“nacionalista”, pois, se o sistema atual, de concessões, fosse&lt;br /&gt;“entreguista”, deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a&lt;br /&gt;ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias&lt;br /&gt;político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar&lt;br /&gt;os facilitadores de negócios na máquina pública. Por que anunciar quem&lt;br /&gt;venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo&lt;br /&gt;de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência&lt;br /&gt;governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente&lt;br /&gt;privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas&lt;br /&gt;privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor,&lt;br /&gt;passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do&lt;br /&gt;meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na&lt;br /&gt;política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas,&lt;br /&gt;muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a&lt;br /&gt;quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão&lt;br /&gt;graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito&lt;br /&gt;da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação,&lt;br /&gt;participação, representação e deliberação consciente. Na contramão&lt;br /&gt;disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do&lt;br /&gt;autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos&lt;br /&gt;quais viraram “esqueletos”, quer dizer, obras que deixaram penduradas&lt;br /&gt;no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os&lt;br /&gt;corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o.” Em pauta temos a&lt;br /&gt;Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São&lt;br /&gt;Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas,&lt;br /&gt;outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela&lt;br /&gt;falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal&lt;br /&gt;de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se&lt;br /&gt;o povo já fruísse os benefícios: “Minha Casa, Minha Vida”; biodiesel&lt;br /&gt;de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na&lt;br /&gt;voragem de novos slogans, pré-sal para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não&lt;br /&gt;põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem&lt;br /&gt;impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas&lt;br /&gt;ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”.&lt;br /&gt;Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que&lt;br /&gt;cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU - contra a letra expressa da&lt;br /&gt;Constituição - vez por outra é defendida por altos funcionários, sem&lt;br /&gt;que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até&lt;br /&gt;porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos&lt;br /&gt;estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que&lt;br /&gt;se tenha esquecido de acrescentar: “L”État c”est moi.” Mas não se&lt;br /&gt;esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu&lt;br /&gt;que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça&lt;br /&gt;para defender o “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica&lt;br /&gt;são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há&lt;br /&gt;lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder&lt;br /&gt;presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação&lt;br /&gt;autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o&lt;br /&gt;povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos&lt;br /&gt;sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro. Os&lt;br /&gt;partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a&lt;br /&gt;candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos&lt;br /&gt;tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar&lt;br /&gt;as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis&lt;br /&gt;fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e,&lt;br /&gt;como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são&lt;br /&gt;“estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e&lt;br /&gt;nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da&lt;br /&gt;morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a&lt;br /&gt;aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os&lt;br /&gt;felizardos de grandes empresas que a eles se associam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem&lt;br /&gt;a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a&lt;br /&gt;funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava&lt;br /&gt;a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores&lt;br /&gt;(governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder&lt;br /&gt;político, não propriamente de um partido, mas do segmento&lt;br /&gt;sindical-corporativo que o domina. No Brasil os fundos de pensão não&lt;br /&gt;são apenas acionistas - com a liberdade de vender e comprar em bolsas&lt;br /&gt;-, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de&lt;br /&gt;empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos&lt;br /&gt;fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido&lt;br /&gt;no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o&lt;br /&gt;bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se&lt;br /&gt;ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é&lt;br /&gt;mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja&lt;br /&gt;tarde.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-4954480068856271150?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/4954480068856271150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/11/para-onde-vamos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/4954480068856271150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/4954480068856271150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/11/para-onde-vamos.html' title='PARA ONDE VAMOS?'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-7135218193744358601</id><published>2009-09-24T13:36:00.000-07:00</published><updated>2009-09-24T14:08:38.180-07:00</updated><title type='text'>Sobre os discursos na Assembléia Geral da ONU</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SrvY1ql7jpI/AAAAAAAAAFs/btwvb-ubMzs/s1600-h/obama_650_5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 277px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SrvY1ql7jpI/AAAAAAAAAFs/btwvb-ubMzs/s400/obama_650_5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385136195929607826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias têm sido movimentados para a diplomacia. Fanfarronices da diplomacia brasileira à parte no caso Zelaya-Chavez. Prefiro comentar os discursos na AG da ONU. Acabo de ouvir o do Chavez e acho que foi melhor do que ver um filme de comédia no cinema. Chavez pode ser um perfeito idiota, mas tem uma boa retórica, o que dá um ar de seriedade aos seus discursos. Ele flerta com Lula e com o socialismo. Diz que busca um socialismo renovado. Desde 1989 buscam algo assim, mas Lula é tudo, menos socialista. A idéia de focar em uma alternativa (bolivariana?) para mudar o sistema capitalista mundial é utópica demais e, no fim, me parece que todos gostam de ouvir Chavez, mas apenas com a finalidade de divertimento. Para ouvir alguém que ainda é idealista em um mundo realista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso de Obama foi interessante. Mostra-se claramente distante da diplomacia neo-conservadora de Bush e faz questão de demonstrar isso nos fórun multilaterais. &lt;br /&gt;Como publica o NY Times: &lt;em&gt;During his address to the General Assembly, Mr. Obama sought to present a kinder, gentler America willing to make nice with the world. He suggested that the United States would no longer follow the go-it-alone policies that many United Nations members complained isolated the Bush administration from the organization.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele conseguiu bons resultados na área das armas nucleares. Patrocinou uma resolução que foi aprovada por unanimidade no Conselho de Segurança hoje. A idéia é limitar e inspecionar todas as exportações de materiais físseis que podem ser usados para o desenvolvimento de armas nucleares. Ou seja, mesmo se o país não faz parte do TNP seria monitorado por inspetores que verificariam suas exportações vinculadas a esses materiais. O tema foi direcionado ao Irã e a Coréia do Norte é claro. E Obama conseguiu o apoio da China e da Rússia que, antes se mostravam relutantes em expandirem sanções contra o Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas palavras de Obama: &lt;em&gt;During his address to the General Assembly, Mr. Obama sought to present a kinder, gentler America willing to make nice with the world. He suggested that the United States would no longer follow the go-it-alone policies that many United Nations members complained isolated the Bush administration from the organization.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos sucessos, os temas do Irã e do processo de paz entre Israel e Palestina permanece sem avanços. Discursos animadores são efêmeros para o Oriente Médio. Lembro-me do mesmo otimismo pairando sobre a reunião entre Clinton, Rabin e Arafat em 1993 e logo começou outra intifada estimulada pelo falecido Arafat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: Ponto negativo para Lula e ponto positivo para Obama.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-7135218193744358601?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/7135218193744358601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/09/sobre-os-discursos-na-assembleia-gera.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/7135218193744358601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/7135218193744358601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/09/sobre-os-discursos-na-assembleia-gera.html' title='Sobre os discursos na Assembléia Geral da ONU'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SrvY1ql7jpI/AAAAAAAAAFs/btwvb-ubMzs/s72-c/obama_650_5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-6070111627048661248</id><published>2009-09-17T13:21:00.000-07:00</published><updated>2009-09-17T13:47:55.966-07:00</updated><title type='text'>EUA abandonam do BMD na Polônia.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SrKbMOokyhI/AAAAAAAAAFk/IXhyuZ3QCWo/s1600-h/Russia-and-proposed-US-BMD-sites-800.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 252px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SrKbMOokyhI/AAAAAAAAAFk/IXhyuZ3QCWo/s400/Russia-and-proposed-US-BMD-sites-800.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382535139050179090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista político, a decisão do governo Obama parece ser uma resposta aos contatos recentes com os russos. O "Ballistic Missile Defense" (sistema de defesa anti-mísseis) tem suas origens no período conhecido como "segunda Guerra Fria" quando o governo Reagan reaqueceu a disputa militar e tecnológica com a URSS e lançou o programa "Guerra nas Estrelas". Os investimentos foram pesados e, no fim, a URSS não conseguiu acompanhar os EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma lógica da Guerra Fria que não teve fim em 1989 é o tema da dissuasão nuclear. EUA e Rússia somam juntos cerca de 4 mil ogivas nucleares e a contenção do poderio russo nunca deixou de ser um objetivo dos EUA e da OTAN na Europa, mesmo depois do fim da URSS. O grande problema do BMD é que a "destruição mútua assegurada" entre as grandes potências nucleares se perde e a dissuasão pode ter seus efeito maculado. Ou seja, a Rússia não teria a capacidade de retaliar os EUA se o BMD estivesse operacional na Polônia e Eslováquia e, obviamente, se demonstrasse acurácia. Isso é um grande problema para a dissuasão nuclear que sempre imperou durante a Guerra Fria, pois o princípio das armas nucleares era justamente esse, previnir que o adversário tomasse a iniciativa de usá-las, pois saberia que haveria retaliação e os objetivos políticos de um ataque com tais armamentos seriam perdidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O argumento para o abandono do BMD na Polônia foi o Irã. O relatório apresentado ao presidente Obama pelo Departamento de Defesa demonstra que o programa de mísseis iranianos não progrediu e que o maior perigo à segurança européia, os míssies de longo alcance, não foram e nem serão produzidos tão cedo por falta de capacidade tecnológica e vetores de lançamento. Trata-se de uma mudança em relação a idéia do mais armamentista do governo Bush. Contudo, a chave para a questão iraniana é justamente a Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que houve contrapartidas russas para o abandono do BMD na Europa. Por exemplo, uma declaração de neutralidade para garantir aos norte-americanos que os russos não vão transferir tecnologia nuclear para o Irã. A ONU e a UE já declararam um embargo nessa área para o Irã. Os EUA por sua vez, garantem aos russos a permanência da lógica da dissuasão. Na Ásia-Oriental o programda BMD foi bem sucedido em parceria com os japoneses e os chineses aumentaram seus gastos militares específicos para os mísseis de médio e longo alcance. Apesar de ser um desenvolvimento estritamente defensivo, o "dilema de segurança" ressurge. Desde a época em que Esparta percebeu que Atenas havia se tornado forte demais é assim! Elevações das preocupações com defesa em um Estado geram ansiedade e preocupaçõs com a defesa em outros Estados. Círculo-vicioso armamentista!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-6070111627048661248?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/6070111627048661248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/09/eua-abandonam-do-bmd-na-polonia.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/6070111627048661248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/6070111627048661248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/09/eua-abandonam-do-bmd-na-polonia.html' title='EUA abandonam do BMD na Polônia.'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SrKbMOokyhI/AAAAAAAAAFk/IXhyuZ3QCWo/s72-c/Russia-and-proposed-US-BMD-sites-800.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-4692371011067165231</id><published>2009-09-07T17:29:00.001-07:00</published><updated>2009-09-07T17:31:50.188-07:00</updated><title type='text'>A Parceria Estratégica Brasil-França</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SqWlha1h_7I/AAAAAAAAAFc/0o3nd0EQ2oM/s1600-h/rafale_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 231px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SqWlha1h_7I/AAAAAAAAAFc/0o3nd0EQ2oM/s400/rafale_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378887323522039730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recente cooperação entre os governos brasileiro e francês representa uma enorme iniciativa de parceria estratégica na área de defesa com objetivos ambiciosos. Uma declaração conjunta foi lançada por ocasião da visita oficial do mandatário francês ao Brasil exaltando a parceria e consolidando os acordos. Os valores superam os R$ 20 bilhões e, por conta dos valores impressionantes, a parceria estratégica foi alvo de críticas. Os franceses se mostraram solícitos à cooperação, pois identificam no Brasil um parceiro essencial para o provimento de recursos naturais importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco brasileiro é, sem dúvida, a área de defesa. Há décadas as forças armadas brasileiras vem passando por um desmonte e os investimentos tem sido meramente reativos, ou seja, para manutenção de equipamentos. Dos recursos destinados à defesa a maior parte vai para o pagamento dos efetivos. Percebe-se, portanto, que há uma incoerência entre a posição hegemônica do Brasil na América Latina e os investimentos na área de defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca de um novo modelo de cooperação com os franceses é uma tentativa de minorar tais discrepâncias e assimetrias na área da tecnologia de defesa. O ambiente regional é entendido pelos militares brasileiros como “instável” e basta recordar alguns fenômenos políticos recentes na América Latina para entender tais preocupações: as comprar militares de Hugo Chaves e sua concepção militarista em relação aos sistemas políticos contrários a sua ideologia; a instabilidade gerada pelas guerrilhas colombianas, em especial as FARC; o narcotráfico e a porosidade das fronteiras e, por fim, a necessidade de dissuadir ameaças no oceano atlântico para defender as riquezas brasileiras em nossa Zona Econômica Exclusiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SqWlbDJvReI/AAAAAAAAAFU/5yP82JP8nOw/s1600-h/scorpene.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 308px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SqWlbDJvReI/AAAAAAAAAFU/5yP82JP8nOw/s400/scorpene.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378887214085129698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parceria com os franceses é adequada e promissora porque pula etapas de inovação tecnológica que durariam, no mínimo, mais uma década no Brasil. Como por exemplo, é o caso do submarino nuclear. Os franceses, diferente dos norte-americanos, vão transferir tecnologia para o casco do submarino e construir junto com os brasileiros um dos submarinos convencionais aqui (modelo Scorpéne). Trata-se de aquisição de know-how fundamental para um país manter-se em posição de hegemonia regional. O projeto FX da Força Aérea, com a parceria, finalmente deve chegar ao fim e o Brasil dominará os ares da América Latina com caças de superioridade aérea (modelo Rafale). O fundamental nesses projetos de tecnologia de defesa é demonstrar às potenciais forças hostis a inutilidade de tentar atacar o Brasil, pois receberiam uma retaliação garantida e eficiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a declaração conjunta recorda o uso dual da tecnologia militar e o maior intercâmbio entre Brasil e França nas áreas cultural e comercial. Com a implantação do acordo o Brasil terá benefícios tecnológicos gigantescos, além de se tornar uma potência naval respeitável capaz de dissuadir ameaças com sua força de submarinos. Nenhuma grande potência adquiriu tal status na história humana sem construir um poderio militar a altura de suas conquistas enquanto nação. O Brasil, finalmente, parece acordar para tal realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-4692371011067165231?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/4692371011067165231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/09/parceria-estrategica-brasil-franca.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/4692371011067165231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/4692371011067165231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/09/parceria-estrategica-brasil-franca.html' title='A Parceria Estratégica Brasil-França'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SqWlha1h_7I/AAAAAAAAAFc/0o3nd0EQ2oM/s72-c/rafale_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-2363890255615943729</id><published>2009-07-23T10:42:00.000-07:00</published><updated>2009-07-23T15:39:11.191-07:00</updated><title type='text'>Novo capítulo de Chávez (ahora com su amigo Zelaya)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SmihNz72ENI/AAAAAAAAAEk/YodkAg9idh4/s1600-h/chavez-e-zelaya.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 220px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SmihNz72ENI/AAAAAAAAAEk/YodkAg9idh4/s400/chavez-e-zelaya.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361712615036162258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chávez acredita que a Guerra Fria não acabou! ou que pode estabelecer um pólo de poder na AL em contraposição à influência do colosso do norte. No início Chávez chamava mais a atenção. Principalmente quando foi alvo de um golpe mal sucedido em 2002. Hoje, contudo, seus apoio às FARC e seu assalto contra as instituições democráticas tem o colocado mais como uma fator de instabilidade do que como uma alternativa política. Chávez tentou persuadir o Equador, a Bolívia e agora Honduras a seguirem (sob sua liderança- ALBA) um projeto de poder chamado "bolivarianismo". Atualmente gera mais risos do que preocupação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Golpe que retirou o presidente Manuel Zelaya do poder marca o ressurgimento de um fato corriqueiro durante o período da Guerra Fria onde os embates ideológicos entre EUA e URSS tomavam forma na América Central. A democracia nessa região é instável e o atual golpe representa também um retorno ao padrão de disputa ideológica. Contudo, dessa vez nota-se que de um lado há o presidente Zelaya apoiado por um projeto “bolivariano” de Hugo Chávez e o governo golpista contrário a essa interferência externa e a emenda de reeleição proposta por Zelaya.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está em jogo é a possibilidade do atual impasse causar uma guerra civil. Zelaya não tem forte apoio popular e isso torna seu retorno ao poder improvável. Diferente, por exemplo, do apoio popular que Hugo Chávez detinha na Venezuela na ocasião do golpe contra seu governo em 2002. O papel dos EUA nesse impasse é outro fato novo. O padrão tradicional de ingerência nos assuntos domésticos dos países centro-americanos, tão comum durante a disputa por zonas de influência na Guerra Fria, deu lugar a uma postura de mediação proposta pelo presidente Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A novidade, portanto, é uma política externa para a América Latina que promove a cooperação via instituições (OEA por ex.) e não por meio de intervenções ou apoio a golpes militares. O problema é que nos EUA os republicanos percebem Zelaya como uma ameaça enquanto os democratas buscam reinstalá-lo no poder para então por em ação seu “plano de reconciliação” com monitores da ONU para garantir as liberdades civis e políticas. O governo interino já rejeitou essa proposta, mas o fundamental para uma saída política seria justamente uma presença maior dos EUA enquanto mediador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em Chávez, o homônimo é mais engraçado! &lt;br /&gt;http://www.chavesweb.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-2363890255615943729?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/2363890255615943729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/07/no-capitulo-da-chavez-ahora-com-su.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/2363890255615943729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/2363890255615943729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/07/no-capitulo-da-chavez-ahora-com-su.html' title='Novo capítulo de Chávez (ahora com su amigo Zelaya)'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SmihNz72ENI/AAAAAAAAAEk/YodkAg9idh4/s72-c/chavez-e-zelaya.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-8642688891367190778</id><published>2009-07-10T04:43:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T05:01:06.902-07:00</updated><title type='text'>Adeus à McNamara!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SlctLwRBkFI/AAAAAAAAADk/L0fqPTLqo7s/s1600-h/mcnamara_395.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356799961738612818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 395px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SlctLwRBkFI/AAAAAAAAADk/L0fqPTLqo7s/s400/mcnamara_395.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Morreu no dia 06/07 Robert S. McNamara. Um grande tecnocrata norte-americano que ficou famoso por liderar o esforço trágico dos EUA no Vietnã durante os governos de Kennedy e Johnson. Um intelectual de prestígio que se redimiu dos erros cometidos durante sua estada no Dpto. de Defesa ao reavaliar sua vida nos excelentes "In Retrospect" (memórias) e "Fog of War" documentário produzido por Errol Morris.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Fog of War" é riquíssimo, pois trata de temas como crise dos mísseis, racionalidade na política, natureza da guerra, erros de avaliação e, é claro, a Guerra do Vietnã. No documentário McNamara elabora "11 lições" como base daquilo que aprendeu em sua vida profissional. "Não se pode mudar a natureza humana"; "obtenha dados"; "cause empatia no inimigo" e "a crença costuma estar errada" são algumas dessas lições que podem custar vidas quando não verificadas por um homem-de-Estado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;McNamara foi o primeiro civil a ocupar o cargo de secretário de defesa nos EUA. E até hoje, mesmo com o fiasco do Vietnã, ele é reconhecido como uma dos mais brilhantes tecnoratas na área da política externa. Se ele cometeu erros importantes no Vietnã, certamente deve ser saudado por sua brilhante avaliação das opções durante a crise dos mísseis em 1962. Foi ele que identificou o bloqueio naval como a melhor opção em vez de promover um ataque aéreo que, seguramente, poderia ter levado o mundo a "destruição mútua assegurada".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um bom obituário em português: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/07/090706_mcnamara_cq.shtml"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/07/090706_mcnamara_cq.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-8642688891367190778?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/8642688891367190778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/07/adeus-mcnamara.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/8642688891367190778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/8642688891367190778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/07/adeus-mcnamara.html' title='Adeus à McNamara!'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SlctLwRBkFI/AAAAAAAAADk/L0fqPTLqo7s/s72-c/mcnamara_395.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-5357118985573478584</id><published>2009-07-06T16:58:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T17:03:33.918-07:00</updated><title type='text'>O Acordo Nuclear entre EUA e Rússia</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SlKQJg6DQZI/AAAAAAAAADc/gYZy3pB_vsY/s1600-h/Nuclear_warheads_466.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SlKP4rZZBDI/AAAAAAAAADU/e4qT7nQHjss/s1600-h/medvedev.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355501110781609010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SlKP4rZZBDI/AAAAAAAAADU/e4qT7nQHjss/s400/medvedev.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;O acordo assinado entre os presidentes Barack Obama e Dmitry Medvedev nesta segunda-feira representa um avanço importante em relação aos tratados assinados durante a década de 1970 conhecidos como START, sigla em inglês para Tratado Estratégico de Redução de Armas que expira no fim desse ano. Basicamente a evolução está em lidar com um tema congelado há muito tempo, um resquício da Guerra Fria que se encontrava esquecido, apesar de sua importância estratégica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No novo acordo, que tem ainda o caráter apenas preliminar, há uma cláusula que afirma que as partes devem reduzir suas ogivas nucleares a um número inferior a 1,7 mil. Os tratados anteriores previam uma redução até 2,2 ogivas nucleares, mas nunca foram concluídos na prática. Outro avanço notório é a inclusão de grupos conjuntos de verificação das medidas. Uma espécie de comissão responsável por monitorar as cláusulas estabelecidas. Pode parecer pouco, mas a cooperação internacional na área de armamentos sempre foi precária e, durante o período da Guerra Fria, geralmente não avançavam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Faz-se necessário recordar que antes dos acordos START houve outro processo de negociação para limitar o número de ogivas. Ficou conhecido como SALT, Tratado para Limitar Armas Estratégicas e durou quase toda a década de 1960. O que explicaria essas dificuldades de cooperação? Em primeiro lugar é preciso reconhecer que no período da Guerra Fria havia uma disputa ideológica entre EUA e URSS em torno de zonas de influência ao redor do mundo, mas também uma disputa geopolítica e tecnológica acerca do domínio estratégico no setor dos armamentos nucleares e convencionais. Portanto, qualquer movimento bem sucedido de uma das partes nessas áreas era objeto de represália ou competição estratégica por parte do outro.&lt;br /&gt;Em segundo lugar devemos apontar a influência da anarquia internacional nessa área sensível da política internacional. Ou seja, as armas nucleares representavam na Guerra Fria não somente a defesa da soberania, mas, além disso, mantinham as zonas de influência como estavam e enviavam uma mensagem direta ao adversário de que qualquer tentativa de ataque com armas nucleares seria respondida imediatamente. Daí surgiu o termo “Destruição Mútua Assegurada”. Nem os EUA, tampouco a URSS poderiam iniciar um ataque nuclear sem receberem uma resposta à altura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa lógica da Guerra Fria que mantinha as duas partes em uma “Guerra de Ameaças”, mas não em uma “Guerra Real” começou a ser atingida pelos avanços na tecnologia dos sistemas de defesa anti-mísseis que os EUA buscam instalar na Europa Oriental. Isso afeta os interesses geopolíticos russos ao criar a possibilidade de conter uma resposta russa com armas nucleares. Ou seja, o fim da destruição mútua assegurada!&lt;br /&gt;O atual acordo preliminar não muda radicalmente o cenário atual, pois os EUA não ligaram a sua assinatura ao fim da instalação do sistema de defesa antimísseis na Europa, algo considerado essencial pelos russos. Contudo, o fato das duas maiores superpotências nucleares voltarem às negociações demonstra maior clareza de intenções em uma área onde, quase sempre, só se vê névoa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-5357118985573478584?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/5357118985573478584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/07/o-acordo-nuclear-entre-eua-e-russia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/5357118985573478584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/5357118985573478584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/07/o-acordo-nuclear-entre-eua-e-russia.html' title='O Acordo Nuclear entre EUA e Rússia'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SlKP4rZZBDI/AAAAAAAAADU/e4qT7nQHjss/s72-c/medvedev.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-4639964190748112204</id><published>2009-06-21T11:12:00.000-07:00</published><updated>2009-06-21T19:41:26.353-07:00</updated><title type='text'>Persas, Judeus e Ianques. Irã: Muito mais do que eleições!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/Sj6DK_s4HEI/AAAAAAAAAC4/oa1wDXDwnpg/s1600-h/iran.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 375px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/Sj6DK_s4HEI/AAAAAAAAAC4/oa1wDXDwnpg/s400/iran.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349857632284318786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Irã representa um desafio para a compreensão geopolítica do Oriente Médio, são persas e não árabes e sua estrutura política mantém, desde a revolução islâmica há 30 anos atrás, um líder supremo religioso que se posiciona acima da política. Os atuais protestos contra os resultados das eleições demonstram não somente uma busca por mais liberdades civis e políticas, mas também um desafio a esse tabu de expressar opiniões contrárias a do líder supremo. Trata-se de questionar também a própria legimtimidade dessa posição acima da política, como bem recordou recentemente Farred Zakaria, um proeminente analista de política internacional da Universidade de Havard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de haver uma estrutura política rígida torna a cooperação na área das armas de destruição em massa, área primordial quando se pensa no Irã atual, no mínimo improvável. Isso também decorre do fato de que os EUA e Israel têm poucas opções diante do desafio iraniano. As sanções anteriores no âmbito da ONU não funcionaram e isso pode ser explicado pelo proselitismo iraniano em seguir seus interesses nacionais. O maior problema relacionado a esses interesses é que são interesses opostos aos interesses norte-americanos e israelenses na região. Os EUA, em sua política externa para o Oriente Médio, sempre procurou manter a região fragmentada no campo do poder militar e econômico com a finalidade de  evitar o domínio geopolítico por parte de uma única potência regional. Eis que o Irã é aspirante a essa posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interesses geopolíticos vão além de uma simples disputa interna entr&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;e&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Ahmadinejad e Musavi.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;São questões mais amplas. Por exemplo: Haveria realmente mudança no programa nuclear iraniano caso Musavi fosse declarado vencedor? Se Ahmadinejad permanecer presidente, qual será a estratégia de Israel e dos EUA no sentido militar? O Irã se encontra numa situação favorável em uma possível negociação, pois tem ao seu lado uma estratégia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;win-win&lt;/span&gt; (sai ganhando seja qual for o resultado). Em outras palavras, se por exemplo, as negociações não avançam e as percepções de ameaças por parte dos norte-americanos e israelenses aumentam, um ataque aéreo poderia ser sugerido, mesmo que com alto risco. Um ataque por parte de Israel dará ao Irã o direito legítimo de retaliar e a guerra certamente escalaria para um nível internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário futuro é nebuloso para a política externa de Obama que tem que equilibrar seu desejo de satisfazer os interesses dos seus tradicionais aliados israelenses, criar um Estado palestino e dissuadir o Irã ao mesmo tempo. Os protestos atuais em favor de Musavi também podem ser apenas um lado da moeda, pois Ahmadinejad detém forte apoio popular no interior do país mais conservador. Uma estratégia de "cercamento" geopolítico do Irã poderia ser interessante, mas antes da resolução do imbróglio eleitoral nenhuma opção parece sensata.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-4639964190748112204?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/4639964190748112204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/06/persas-judeus-e-ianques-ira-muito-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/4639964190748112204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/4639964190748112204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/06/persas-judeus-e-ianques-ira-muito-mais.html' title='Persas, Judeus e Ianques. Irã: Muito mais do que eleições!'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/Sj6DK_s4HEI/AAAAAAAAAC4/oa1wDXDwnpg/s72-c/iran.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-8915136360180105755</id><published>2009-06-20T21:41:00.001-07:00</published><updated>2009-06-20T21:42:07.626-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_TWg7Qeg6OyI/SeEXASIOhfI/AAAAAAAACPc/Ok1E4d6o5z4/s400/obamicon-lula+obama+yes+we+can+photo+foto+lula+charge+lula+e+obama+lula+burro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 269px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_TWg7Qeg6OyI/SeEXASIOhfI/AAAAAAAACPc/Ok1E4d6o5z4/s400/obamicon-lula+obama+yes+we+can+photo+foto+lula+charge+lula+e+obama+lula+burro.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SERRA 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O presidente Lula da Silva para uso interno, ou seja, no Brasil, é visto por companheiros e admiradores como uma espécie de aiatolá, uma criatura dotada de poderes supremos. Ele paira acima de qualquer suspeita, de qualquer lei, faça o que fizer, diga o que lhe passar pelo bestunto. Frei Betto chamou Lula da Silva de ‘luz do mundo”. A propaganda tratou de divinizar o “pobre operário” no altar da pátria como um redentor capaz de redimir pobres e oprimidos. Funcionou bem a religião de Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos idos o PT foi uma espécie de seita religiosa com dogmas, credos e auréola. Seus adeptos diziam orgulhosamente pertencer ao único partido ético do Brasil e o fanatismo dos militantes era tal que granjeou ao PT a alcunha de Partido do Taleban, zombaria que os seguidores de Lula-lá reagiam com ira revolucionária. Lula tem em seu curriculum o mensalão e o aparelhamento do Estado (uso do governo como cabide de emprego para petistas) EM outras palavras, a democracia com Lula no poder tem sido cada vez mais ferida e as instituições cada vez mais sujas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-8915136360180105755?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/8915136360180105755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/06/serra-2010-o-presidente-lula-da-silva.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/8915136360180105755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/8915136360180105755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/06/serra-2010-o-presidente-lula-da-silva.html' title=''/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TWg7Qeg6OyI/SeEXASIOhfI/AAAAAAAACPc/Ok1E4d6o5z4/s72-c/obamicon-lula+obama+yes+we+can+photo+foto+lula+charge+lula+e+obama+lula+burro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-723941314755585672</id><published>2009-05-31T13:57:00.001-07:00</published><updated>2009-06-03T14:59:51.955-07:00</updated><title type='text'>Ameaça norte-coreana.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SibyTYl899I/AAAAAAAAACw/CXq_ipoIMoE/s1600-h/NorthKorea.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 244px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SibyTYl899I/AAAAAAAAACw/CXq_ipoIMoE/s400/NorthKorea.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343224422754744274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atual crise na península coreana é mais um capítulo de uma história que teve início na década de 1950, quando a Guerra da Coréia inaugurou as hostilidades da Guerra Fria. Ao fim desse conflito não foi possível estabelecer um acordo de paz entre as partes e a Coréia foi dividida entre o Sul democrático e capitalista e o norte comunista e ditatorial. Hoje a Coréia do Norte é um país extremamente fechado e gasta quase a metade de seu PIB com armamentos.&lt;br /&gt;Quais seriam as raízes desse comportamento dito “fora de lei” e agressivo da Coréia do Norte? A resposta encontra-se no fim da Guerra Fria. A Coréia do Norte não conseguiu se adaptar a esse fenômeno e ao perder seu maior aliado na região, a URSS, voltou-se para o isolamento. A “religião” oficial do país, conhecida como Juche, foi implantada por Kim Il-Sung, pai do atual presidente Kim Jong-Il, segue o princípio da auto-suficiência e identifica as influências estrangeiras como ameaças a sua segurança.&lt;br /&gt;Enquanto o lado sul da Coréia prosperava no período do pós-Guerra Fria, o lado norte perecia em miséria.&lt;br /&gt;As características nacionalistas e militaristas do regime comunista norte-coreano pioram a situação no sentido de prejudicar a cooperação com a Coréia do Sul e países vizinhos que buscavam tornar a Coréia do Norte um país integrado à comunidade internacional de nações. O programa nuclear norte-coreano se intensificou na década de 1990, pois Kim Jong-Il identificou nessa estratégica a única saída de um país pobre e vulnerável diante de intervenções estrangeiras. Foram realizados testes com mísseis que chegaram a sobrevoar o espaço aéreo japonês em 1998. Desde então, a política externa dos EUA buscou estabelecer canais diplomáticos com a Coréia do Norte para tentar minorar seu comportamento agressivo.&lt;br /&gt;Durante a administração Clinton foram criadas as negociações conjuntas com o Japão, Rússia, China e Coréia do Sul e uma agência de energia para os norte-coreanos em troca do fim do programa nuclear de Pyongyang. O problema é que esse esforço de cooperação foi interrompido várias vezes pelos testes com mísseis realizados pela Coréia do Norte e o governo Clinton foi acusado de ajudar financeiramente um regime terrorista e trapaceiro. Em outras palavras, o dinheiro que deveria ser usado para investimento em outras formas de energia estava sendo usado pelos norte-coreanos para fins militares. Na administração Bush os problemas se agravaram quando os EUA incluíram a Coréia no seu “Eixo do Mal”, um grupo de países que estariam direta ou indiretamente financiando o terrorismo. As negociações não avançaram.&lt;br /&gt;O elemento explosivo das crises na península coreana é o fato de envolver interesses diretos das Grandes potências como Rússia, China, Japão e EUA. Além disso, há uma alta probabilidade de uma guerra na península de espalhar e tornar-se um conflito internacional com potências nucleares. Qualquer solução pacífica em curto prazo é limitada pelo histórico de trapaças da Coréia do Norte e por sua conduta agressiva desde o fim da Guerra Fria. Neste caso, há um maior incentivo à retaliação do que a reciprocidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-723941314755585672?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/723941314755585672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/ameaca-norte-coreana.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/723941314755585672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/723941314755585672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/ameaca-norte-coreana.html' title='Ameaça norte-coreana.'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SibyTYl899I/AAAAAAAAACw/CXq_ipoIMoE/s72-c/NorthKorea.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-6368019518675646292</id><published>2009-05-31T13:44:00.001-07:00</published><updated>2009-05-31T17:11:05.354-07:00</updated><title type='text'>O Novo Plano de Defesa Nacional</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.naval.com.br/opiniao/Falcoes/AF-1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 476px; height: 324px;" src="http://www.naval.com.br/opiniao/Falcoes/AF-1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente foi lançado pelo governo federal o Novo Plano de Defesa Nacional. Trata-se de um amplo documento que traça os projetos para a área de defesa no Brasil e aponta as responsabilidades dos vários ministérios envolvidos. Os mentores intelectuais do novo plano são o ministro da defesa Nelson Jobim e o secretário para assuntos estratégicos Mangabeira Unger.&lt;br /&gt;O Novo Plano é ambicioso e responde às demandas de um novo cenário internacional caracterizado pelas ameaças difusas e parece, enfim, mostrar a toda sociedade que a idéia de “Um Brasil sem inimigos” é contraproducente e acaba por tornar o país mais vulnerável em setores sensíveis como a indústria de defesa, mobilização nacional e modernização das forças armadas, ou seja, justamente os setores onde o Novo Plano mantém o foco.&lt;br /&gt;O poder militar de uma nação continua sendo o principal vetor de projeção da influência política no exterior. Isso ocorre porque é através do pode militar que as nações mantêm a sua segurança, objetivo maior para a sobrevivência do Estado. Além disso, a indústria de defesa é responsável por grande parte das inovações tecnológicas no setor civil e a idéia de tecnologia para uso dual é cada vez mais forte.&lt;br /&gt;O “Brasil sem inimigos” não se sustenta diante das transformações geopolíticas recentes na América do Sul, como por exemplo: o reposicionamento dos narco-guerrilheiros das FARC para o sudeste da Colômbia próximo a fronteira com o Brasil; a reativação da 4ª Frota da Marinha dos EUA para o Atlântico Sul; cidadãos brasileiros tendo seus direitos cerceados no Paraguai; empresas brasileiras sendo perseguidas na Bolívia e no Equador e o rearmamento desmedido da Venezuela de Hugo Chaves com o apoio da Rússia provocando um princípio de desequilíbrio de poder na região.&lt;br /&gt;No Novo Plano há uma preocupação explícita em modernizar as Forças Armadas. O Exército receberá recursos para sua modernização, inclusive no sentido de adestramento de tropas especializadas em vez de largos contingentes de recrutas. A Força Aérea deverá receber recursos para finalizar seu programa FX-2 para substituir seus caças de superioridade aérea e permanecer hegemônica nos ares sul-americanos. A Marinha é um ponto chave do Novo Plano e deve receber recursos para modernizar sua esquadra e cerca de R$ 1 bilhão para terminar o submarino nuclear, algo que, de fato, dotaria o Brasil de uma vantagem estratégica considerável.&lt;br /&gt;O Novo Plano é importante para o país, pois não trata apenas do reequipamento das Forças Armadas, mas também do reposicionamento dessas para o Oeste e Norte do país e também busca através da Lei 6.592 de 2007, que instituiu o Sistema de Mobilização Nacional (SISMOB), unir os vários setores da sociedade em torno do tema da defesa nacional para tornar o país independente nas várias áreas concernentes à defesa da soberania nacional tais como indústria de defesa, logística e sistemas de transportes. O Brasil, enfim, parece começar a lidar com seriedade do tema da defesa nacional em um ambiente internacional onde a possibilidade de agressão estrangeira por outros Estados ou atores não-estatais é sempre uma possibilidade real.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-6368019518675646292?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/6368019518675646292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/o-novo-plano-de-defesa-nacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/6368019518675646292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/6368019518675646292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/o-novo-plano-de-defesa-nacional.html' title='O Novo Plano de Defesa Nacional'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-365310953696211462</id><published>2009-05-31T13:42:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T13:43:24.595-07:00</updated><title type='text'>Os EUA de Barack Obama e as chances de mudança.</title><content type='html'>O novo presidente dos EUA já entrou para a história. Seus discursos modernos e sua visão cosmopolita chamaram a atenção da população norte-americana cansada com a recessão em sua economia e com duas guerras longas e dispendiosas. São heranças da administração Bush que Barack Obama terá que enfrentar.&lt;br /&gt;A vitória de Obama é algo sem precedentes na história eleitoral norte-americana com vitórias em Estados tradicionalmente republicanos. Além disso, os democratas conquistaram o maior número de congressistas e serão maioria. Em outras palavras, Obama terá um capital político elevado para empreender as mudanças na política doméstica e externa.&lt;br /&gt;A principal mudança em relação ao atual governo é que Obama entende o mundo como multipolar e percebe que os EUA passaram por um decréscimo no seu poder nacional nos últimos anos. Isso decorre, em grande parte, por conta da ascensão econômica de países como a China, Índia e o retorno da Rússia enquanto potência militar pró-ativa. No tema do terrorismo, por exemplo, a percepção de Obama é a de que os EUA não podem vencer a “Guerra ao Terror” sozinhos. E isso é reflexo de uma avaliação da estrutura internacional pós-11 de setembro, caracterizada pelas ameaças difusas, muitas vezes presentes em redes terroristas que atuam em vários países.&lt;br /&gt;Obama ressaltou em sua campanha o “poder moral” dos EUA. Trata-se de uma preocupação com a legitimidade de sua política externa. Ou seja, não agir unilateralmente para não ficar isolado politicamente depois. A política externa de Obama parece dar um enfoque maior ao poder de atração e persuasão dos EUA e posiciona o poder militar como a última alternativa.&lt;br /&gt;Mas isso significa uma grande mudança? Só o tempo irá dizer, mas a tendência é que os interesses de longo prazo dos EUA equilibrem uma visão benevolente na política externa. A realidade de poder atual concede aos EUA o maior poderio econômico e militar do mundo e os interesses nacionais muitas vezes prevalecem sobre concepções morais específicas. Bill Clinton é democrata como Obama e foi um dos presidentes que mais promoveu intervenções militares no exterior entre 1993 e 2001. Por conseguinte, é improvável que Obama abdique de manter ou expandir, quando possível, o poder norte-americano ao redor do mundo e para tal objetivo é justamente o poder militar o vetor tradicional.&lt;br /&gt;Não serão os objetivos de vencer a “Guerra ao Terror” que mudarão. Tampouco os gastos militares necessários para a manutenção da hegemonia norte-americana. O que tende a mudar, de fato, são os meios empregados nos objetivos da política externa dos EUA. Como, por exemplo: As negociações diplomáticas com o Irã e Coréia do Norte em vez de ameaças de sanções; a revitalização das relações com o mundo islâmico; a mudança de foco para o Afeganistão e Paquistão como pontos estratégicos principais para enfraquecer a Al Qaeda; um plano de retirada e transferência de poder no Iraque e por fim, o principal, a melhoria da imagem internacional dos EUA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-365310953696211462?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/365310953696211462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/os-eua-de-barack-obama-e-as-chances-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/365310953696211462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/365310953696211462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/os-eua-de-barack-obama-e-as-chances-de.html' title='Os EUA de Barack Obama e as chances de mudança.'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-7118089405996904813</id><published>2009-05-31T13:41:00.001-07:00</published><updated>2009-05-31T13:41:34.425-07:00</updated><title type='text'>Água e Política Internacional</title><content type='html'>O V Fórum Mundial da Água realizado em Istambul, Turquia, terminou sem grandes avanços. Temas importantes como o acesso à água potável, direito ao saneamento básico e uso racional e da água para a indústria e agricultura foram tratados, mas no fim,  o que se conseguiu foi apenas uma declaração de intenções no sentido de recomendações e não de resolução impositiva às nações do mundo.&lt;br /&gt;O fato de o fórum ter sido realizado na Turquia não é apenas uma coincidência. A Turquia detém hoje aquilo que podemos chamar de uma das principais “causas das guerras internacionais” em um futuro próximo, isto é, a escassez de recursos hídricos.&lt;br /&gt;A escassez é importante enquanto tema de política internacional, pois os aqüíferos são essencialmente internacionais, não reconhecem as fronteiras políticas entre os Estados.&lt;br /&gt;No caso turco ainda há o agravante de a escassez hídrica na região ocasionar uma escalada de conflitos ligados a outros temas. Um exemplo disso é o projeto “Grande Anatólia”, uma série de barragens envolvendo as nascentes dos rios Tigre e Eufrates que acaba gerando uma vantagem estratégica para os turcos em relação à Síria e ao Iraque. Controlando a maior parte do acesso à água nessa região os turcos podem pressionar os sírios a retirar seu apoio aos separatistas curdos do leste da Turquia ou mesmo pressionar os iraquianos em temas como preço do barril do petróleo.&lt;br /&gt;Em todo o Oriente Médio, onde o petróleo sempre foi um tema de rivalidade, a água tende a ser a próxima motivação de conflito interestatal. Contudo, a realidade para as demais regiões do planeta não são agradáveis. A maior parte da água potável no mundo é usada para fins de agricultura (70%), indústria (20%) e as necessidades domésticas correspondem a apenas 10%. É uma questão que gera um dilema moral, pois a água não foi definida como “direito humano” pelo V Fórum Mundial da Água. Ao não tratá-la como direito básico a água permanece sendo um bem econômico disputado por empresas que querem fornecê-la por um preço baseado na melhor relação custo-benefício (lucro).&lt;br /&gt;Casos como a privatização da água, como ocorreu na Bolívia em 2000, são provas indeléveis de que o poder econômico das empresas multinacionais pode limitar o acesso à água potável e tratá-la simplesmente como mais um bem de consumo rentável. Outros casos como a desertificação na Tunísia e todo norte da África e o assoreamento de rios e lagos importantes na Ásia geram outros problemas internacionais como a movimentação de milhões de pessoas, os refugiados ambientais. A água já é tratada como tema de segurança nacional em muitas nações. É necessário que haja um maior consenso científico para ampliar essa preocupação e tratá-la como tema de segurança internacional. Somente deste modo será possível tomar medidas no âmbito internacional para minorar o problema do acesso e usos da água. À guisa de exemplificar a gravidade do assunto, a maior causa de mortalidade infantil no mundo está ligada à deficiência ou ausência de saneamento básico e não as guerras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-7118089405996904813?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/7118089405996904813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/agua-e-politica-internacional.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/7118089405996904813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/7118089405996904813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/agua-e-politica-internacional.html' title='Água e Política Internacional'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-1709365575472140296</id><published>2009-05-31T13:39:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T13:40:49.566-07:00</updated><title type='text'>A Crise Mundial dos Alimentos</title><content type='html'>As nações de todo o mundo tem observado a ascensão de uma crise envolvendo a produção de alimentos nos últimos dois anos sem precedentes no que tange às suas causas imediatas. Protestos de rua em vários países são as reações mais comuns diante da atual crise dos alimentos em escala mundial. Quais seriam as principais causas dessa crise em um setor fundamental para a economia internacional?&lt;br /&gt;Durante o século XIX, os países mais populosos do mundo não pressionavam os preços dos alimentos, pois a mão-de-obra barata na China e na Índia não gerava fortes demandas nesse setor. Contudo, a figura atual mudou e uma das principais causas econômicas da crise dos alimentos está justamente na ascensão do poderio econômico da China e da Índia e, em conseqüência disso, o aumento do poder aquisitivo das classes assalariadas desses países que juntos correspondem a cerca de 1/3 da população mundial.&lt;br /&gt;Outro fator que devemos levar em conta é o aumento pela demanda por biocombustíveis. Nos EUA, por exemplo, O processo de fabricação do biocombustível é baseado no milho e os gastos envolvidos nesse processo absorvem 10% da produção mundial deste cereal. A União Européia responsabiliza o foco nos biocombustíveis pela alta expressiva dos preços das commodities agrícolas que vem causando inflação em todo mundo. Há, de fato, uma elevação nos preços dos cereais e da energia em todo o mundo, além do impacto negativo na agricultura.&lt;br /&gt;Um terceiro fator contribuindo para a crise dos alimentos é o aquecimento global que tem ocasionado secas severas em países produtores de cereais como a Austrália e a Argentina, retardando, assim, a colheita. Esses três fatores em conjunto: o aumento da demanda na China e na Índia por alimentos, o boom dos biocombustíveis e as mudanças climáticas produzem resultados extremamente negativos ao redor do mundo, principalmente nos países menos desenvolvidos.&lt;br /&gt;Uma reportagem do Le Monde Diplomatique em Maio de 2008 demonstrou que nos países ricos, os gastos básicos com alimentação representam apenas 14% da renda familiar. Nos países mais pobres, como em toda região da África subsaariana e na maior parte do sudeste asiático, os custos da alimentação consomem 60% da renda. Portanto, qualquer aumento pode ser fatal nos países menos desenvolvidos, pois as importações de produtos básicos ficarão mais caras.&lt;br /&gt;O resultado dos fatores supracitados são os vários levantes populares que irromperam no México, Argentina e em vários países africanos diretamente afetados pela alta dos preços dos alimentos. A política adotada por esses países para lidar com o problema tem sido a elevação dos subsídios, controle de preços e até a proibição da exportação de alimentos. O paradoxo atual é que a agricultura voltou a ser colocada no centro dos debates sobre o desenvolvimento econômico, ou seja, logo o setor que as Instituições de Bretton Woods, o FMI e o Banco Mundial, contribuíram para enfraquecer com suas cartilhas de liberalização da economia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-1709365575472140296?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/1709365575472140296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/crise-mundial-dos-alimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/1709365575472140296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/1709365575472140296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/crise-mundial-dos-alimentos.html' title='A Crise Mundial dos Alimentos'/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-4576690591263565947</id><published>2009-05-31T13:01:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T13:05:03.536-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SiLigQo49mI/AAAAAAAAAB4/ajo13mD-mk8/s1600-h/Digitalizar0001.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 353px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SiLigQo49mI/AAAAAAAAAB4/ajo13mD-mk8/s400/Digitalizar0001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342081151864993378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-4576690591263565947?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/4576690591263565947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/4576690591263565947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/4576690591263565947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/blog-post.html' title=''/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_u-HsG03rbkY/SiLigQo49mI/AAAAAAAAAB4/ajo13mD-mk8/s72-c/Digitalizar0001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1421874404383370930.post-6104324780433088677</id><published>2009-05-31T12:27:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T12:29:04.948-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Prezados, Inicio este blog para, em primeiro lugar, inserir meus artigos já publicados pelos jornais. Posteriormente postarei mais comentários sobre os fatos internacionais em destaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1421874404383370930-6104324780433088677?l=animusdominandi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://animusdominandi.blogspot.com/feeds/6104324780433088677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/prezados-inicio-este-blog-para-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/6104324780433088677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1421874404383370930/posts/default/6104324780433088677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://animusdominandi.blogspot.com/2009/05/prezados-inicio-este-blog-para-em.html' title=''/><author><name>Helvécio Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14648432790846864470</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://4.bp.blogspot.com/-F6dnNET8YJU/TZX4fsbOATI/AAAAAAAAAdI/Dn3CtJ61dqg/s220/EU.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
